quarta-feira, 2 de novembro de 2011

GUADALUPE ROMERO.




Guadalupe Romero.

Nació el 30 de Setiembre de 1993 en la Ciudad de Canelones, capital del departamento. Comenzó su camino en la música a los 9 años en el Coro Guadalupe que dirige Emiliano Bature, luego cursa clases de canto con Luis Esquibel. A los 14 años se presenta en el Festival del Mate (San José)
donde obtiene el 2º Lugar, luego a los 15 años se presenta en el Festival Nacional de Folklore (Durazno) donde obtiene el 1º lugar en categoría Solista, también se presenta en la Fiesta del Olimar (Treinta y Tres) donde obtiene el 2º lugar de 11 participantes.
Tuvo la oportunidad de estar en el Gran Pericón, (donde personas de todo el país llegan a Canelones a bailar esta danza tradicional) y conoce al Dúo Larbanois- Carrero.
Premio “Revelación” en el Festival Nacional de Folklore (Durazno) 2011.
A compartido escenario con Larbanois-Carrero, Carlos Alberto Rodríguez, José Carbajal “El Sabalero”, Mónica Navarro, Musiqueros Entrerrianos, Héctor Numa Moraes, Sinfónica de Tambores, Sociedad Anónima, entre otros.
Sus músicos son Thiago Larbanois( Bajo), Gustavo Santos(Guitarra), Francisco Astorga(Guitarra) y Martín Saldombide (Percusión).
Actualmente cursa clases de canto con Alicia Pietrafesa y clases de guitarra con Eduardo Larbanois, quien además dirige su carrera musical.












domingo, 30 de outubro de 2011

Como surgiu a expressão Tchê!




Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus. Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Jesus pelo seu jeito "Galileu" de se expressar.
No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?
Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso.
Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".
Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas européias como o francês, espanhol e o português. Além disso o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.
Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa do céu. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.
Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios acabaram importando para a sua forma de falar.
Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim. Considerando uns aos outros como gente do céu.

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