segunda-feira, 27 de junho de 2011

TARCIANE TEBALDI






Elenco, a seguir, a relação de Festivais que já participei:




Festival CTG Campo Aberto 2007

Semana Crioula Internacional de Bagé 2008

ENART fase regional, inter-regional e final de 2008

29ª Campereada Internacional de Alegrete

Festival Ovino e Vinho 2008

XXI Califórnia Petiça Internacional de Uruguaiana

1º Marco da Canção Nativa do Aceguá

Palanque do Nativismo 2008 de Pedro Osório

XV Pixurum Cultural de Rosário do Sul

Canto Sem fronteira Piá 2007

III Rodeio Artístico Sentinela da Fronteira

Vertente da canção gaúcha estudantil 2008

IV Rodeio Artistico Sentinela da Fronteira

30ª Semana Crioula Internacional de Bagé

2º Marco da Canção do Aceguá

5º Festival Infanto-juv da música Crioula de Santiago

27ª Campereada Internacional de Sant. do Livramento

VII Carijinho da Canção de Palmeira das Missões

Festival Um Canto a Jaime Caetano Braun

Festival Ovino e Vinho 2009

3º Festival Independente da Música Santanense

VII Penca da Música Nativa

8º Pastoreio da Canção

XV Coxilha Nativista Piá de Cruz Alta

XVI Canto Moleque de Candiota

XXII Califórnia Petiça Internacional de Uruguaiana

VI Canto dos Ervais de Palmeira das Missões

10º Rodeio Artístico Presilha do Pago

25º Ponche Verde da Canção Gaúcha de Dom Pedrito


"Nos confins da querência

Orgulham-me nossas guerras

E ouço o grito dos livres
Trazendo o canto da terra!"

Contato Tarciane Tebaldi:

(53)32426023

" UMA VIDA, UMA HISTÓRIA" - TARCIANE TEBALDI, ORGULHO GAÚCHO.

Tarciane Maiara Cabral Tebaldi ou simplesmente Tarciane Tebaldi nasceu no dia 20 de setembro de 1991, no Hospital Santo Antônio da Cidade de São Sepé/RS. Com um ano e quatro meses, a família mudou-se para a Cidade de Bagé, Rainha da Fronteira, onde reside até o dia de hoje.
Aos quatro anos de idade, Tarciane ganhara do tio um rádio gravador de brinquedo, com um microfone, onde ensaiou seus primeiros versos. Um ano depois, ela entra para o fantástico mundo da Arte, iniciando o curso de Ballet no IMBA (Instituto Municipal de Belas Artes), curso que concluiu no ano de 2009, quando então formou-se professora de Ballet.
Já na Escola, apresentava-se em festas, comemorações e homenagens diversas, mas sempre cantando.
Demonstrou desde muito cedo o gosto pelas coisas do campo, assim como pelosdetalhes que lembrassem o hábito e os costumes da nossa gente. Seu primeiro vestido de prenda (na foto da escada de mãos dadas com o irmão) eraperceptível o brilho de seus olhos quando o vestia.
De personalidade muito ativa, Tarciane participou de diversas atividades esportivas na infância, como Karatê, Ginástica Olimpica e Capoeira, assim como atividades sociais, trazendo vários títulos de beleza para casa.
Mas do que ela realmente gostava era estar no meio dagauchada e aos 14 anos de idade, entrou para a invernada artística de uma entidade tradicionalista da nossa cidade, onde conheceu os festivais nativistas. Dois anos depois, encheu-se de coragem e enfrentou seu primeiro festival, sendo que daí não parou mais,chegando a conquistar, entre tantos troféus, o 1º lugar da Coxilha Nativista Piá de Cruz Alta e o 1º. lugar da Califórnia Petiça Internacional de Uruguaiana, ambos em 2009.
Estudou nossa história por ocasião de seus prendados, do que muito se orgulha, procurando levar o conhecimento adquirido pelos lugares aonde passa.
Na área da música, cursou Teoria músical, Acordeon e Técnica vocal no IMBA e encontra-se cursando Canto, com a professora Elizabeth Infantini, que lhe acompanha desde o 2º festival nativista. Também violão, na Academia de música Aquere, e Acordeon, com o professor Dilomar Jardim.
Na área intelectual, Tarciane concluiu o curso de Auxiliar de Veterinário em 2010 e encontra-se cursando Medicina Veterinária na URCAMP - Universidade da Região da Campanha.
Com 18 anos de idade, Tarciane lançou-se no mundo profissional com a gravação de seu 1º. trabalho fonográfico, entitulado "Campo e Mulher", gravado no Estúdio NV, de Nelcy Vargas, na Cidade de Dom Pedrito/RS.
Neste compêndio, a cantora traz três música de sua autoria, aventurando-se no mundo das composições.
Dona de uma voz suave, foi destaque da Revista Rota 20 recebendo o troféu Vitoriosas 2010 em meados de abril daquele ano, ofertado a mulheres que alcançaram seus objetivos no ramo ao qual se dedicam.
Alegre, sorridente, brincalhona, esta é Tarciane Tebaldi.
Sou cantora e também componho. Amo música gaúcha e nativista. Meu perfil completo fala um pouco mais da minha pessoa.


domingo, 19 de junho de 2011

GAÚCHO

Gaúcho é uma denominação dada às pessoas ligadas à atividade pecuária em regiões de ocorrência de campos naturais do Vale do Rio da Prata, entre os quais o bioma denominadopampa, descendente mestiço de espanhóisindígenasportugueses e africanos. As peculiares características do seu modo de vida pastoril teriam forjado uma cultura própria, derivada do amálgama da cultura ibérica e indígena, adaptada ao trabalho executado nas propriedades denominadas estâncias. É assim conhecido no Brasil, enquanto que em países de língua espanhola, como Argentina e Uruguai é chamado de gaucho.

O termo também é correntemente usado como gentílico para denominar os habitantes do estado brasileiro do Rio Grande do Sul. Além disso, serve para denominar um tipo folclórico e um conjunto de tradições codificado e difundido por um movimento cultural agrupado em agremiações, criadas com esse fim e conhecidas como CTGs.

Origem

Um estudo genético realizado pela FAPESP revelou que os gaúchos, assim como a maioria dos brasileiros, são descendentes de uma mistura de europeus, índios e africanos, mas com algumas peculiaridades. O estudo apontou que os ancestrais europeus dos gaúchos eram principalmente espanhóis e não portugueses. Isto porque a região foi por muito tempo disputada entre Portugal e Espanha e só foi transferida da Espanha para Portugal em 1750. O estudo também revelou um alto grau de ancestralidade indígena nos gaúchos pelo lado materno (52% de linhagens ameríndias), maior do que o dos brasileiros em geral. O estudo também detectou 11% de linhagens africanas pelo lado materno. Desta forma, os gaúchos são fruto sobretudo da miscigenação entre homens ibéricos, principalmente espanhóis, com mulheres indígenas e, em menor medida, com africanas.

Etimologia

O termo originou-se no Uruguai (Banda Oriental) encontrada pela primeira vez escrita num documento oficial da Banda Oriental em 1771, numa comunicação do Comandante de Maldonado, Dom Pablo Carbonell ao Virrey Juan José Vértiz: "Muy señor mío; haviendo noticia quie algunos gahuchos se havian dejado ver a la Sierra mande a los tenientes de Milicias Dn Jph Picolomini y Dn Clemente Puebla, pasasen a dicha Sierra con una Partida de 34 hombres..." Em 1780 em um documento de Montevideu "que el expresado Díaz no consentirá en dicha estancia que se abriguen ningunos contrabandistas, bagamundos u ociosos que aqui se conocen por Gauchos." (8 de agosto de 1780). Guanches ou Guanchos gentílico dos habitantes das Ilhas Canarias na fundacao de Montevideu. Gaúcho foi o Guancho fugido de Montevideu. Quando o Rei da Espanha mandou casais de agricultores das ilhas Canárias povoarem a recém-fundada Montevidéu, eles transplantaram a palavra pela qual identificavam os habitantes autóctones das ilhas: guanches, ou guanchos. Foi esta a origem da palavra gaúcho, com pequena distorção de pronúncia: guanches ou guanchos. Existem várias teorias conflitantes sobre a origem do termo "gaúcho". O vocábulo pode ter derivado do quíchua (idioma ameríndio andino) ou de árabe "chaucho" (um tipo de chicote para controlar manadas de animais). Além disso, abundam hipóteses sobre o assunto. Um registro de seu uso se deu por volta de 1816, durante a independência da Argentina, com o qual se denominavam os índios nômades de pele escura, os gaúchos ou "charruas" (dai o chá -chimarrão, infusão de erva-mate verde seca e moída, tomada com água quente em cuia de cabaça ou porongo, sorvida por uma bomba de bambu ou metal), cavaleiros que domavam e cavalgavam "em pelo" os animais selvagens desgarrados das estâncias espanholas, que procriavam nos pampas argentinos.
Segundo Barbosa Lessa, em seu livro Rodeio dos Ventos, publicado pela Editora Mercado Aberto, 2a edição, o primeiro registro da palavra se deu em 1787, quando o matemático português Dr. José de Saldanha participava da comissão demarcadora de limites Brasil-Uruguai. Em uma nota de rodapé do seu relatório de trabalho, o luso teria anotado a expressão usada pelos da terra para referir-se àqueles índios cavaleiros.

História

Guanches ou Guanchos gentílico dos habitantes das Ilhas Canarias na fundacao de Montevideu. Gaúcho foi o Guancho fugido de Montevideu. Quando o Rei da Espanha mandou casais de agricultores das ilhas Canárias povoarem a recém-fundada Montevidéu (1724), eles transplantaram a palavra pela qual identificavam os habitantes autóctones das ilhas: guanches, ou guanchos. Foi esta a origem da palavra gaúcho, com pequena distorção de pronúncia: guanches ou guanchos. Próximo ao Río Cebollatí no Uruguai, foi formada uma espécie de republiquinha fortificada gaúcha de contrabandistas canarios como uma forma de defesa das tropas de Portugal e Espanha. Em Rocha e toda a área da Lagoa Mirim e Bagé (agora no Brasil), onde os gaúchos são nascidos. Os Gaúchos (fugidos) da fronteira Portugal - Espanha nao eram guanchos, eles eram Gaúchos descrição de pessoas de hábitos nômades, ciganos, moradores em barracas ou tendas, brancos pobres, de miscigenação moura, vinda da Espanha - fugidos que viraram índios ou índios aculturados pelas missões que não possuíam terras e vendiam sua força de trabalho a criadores de gado nas regiões de ocorrência de campos naturais do vale da Lagoa Mirim, entre os quais o pampa, planície do vale do Rio da Prata e com pequena ocorrência no oeste do estado do Rio Grande do Sul, limitada, a oeste, pelacordilheira dos Andes.
O gentílico "gaúcho" foi aplicado aos habitantes da Província do Rio Grande do Sul na época do Império Brasileiro por motivos políticos, para identificá-los como beligerantes até o final da Guerra Farroupilha, sendo adotado posteriormente pelos próprios habitantes por ocasião da pacificação de Caxias, quando incorporou muitos soldados gaúchos ao Exército ao final do Confronto, sendo Osório um gaúcho que participou da Guerra do Paraguai e é patrono da arma de Cavalaria do Exército Brasileiro, quando valores culturais tomaram outro significado patriótico, os cavaleiros mouros se notabilizaram na Guerra ou Confronto com o Paraguai. Também importante para adoção dessa cultura viva para representação do Estado do Rio Grande do Sul é a influência do nativismo argentino, que no final do século XIX expressa a construção de uma das maiores culturas se não a maior do Brasil na região.
Na Argentina, o poema épico Martín Fierro, de José Hernández escrita em Santana do Livramento R.S. a patria gaúcha onde ele aprende a palavra Gaúcha do uruguaio Lussich (livro deo Treis Gaúchos Orientales - 1872) e dos próprios riograndeses, exemplifica a utilização do elemento gaúcho como o símbolo da tradição nacional da argentina, uruguaia e brasileira em contradição com a opressão simbolizada pela europeização. Martín Fierro, o herói do poema, é um "gaúcho" recrutado a força pelo exército argentino, abandona seu posto e se torna um fugitivo caçado.
Os gaúchos apreciam mostrar-se como grandes cavaleiros e o cavalo do gaúcho, especialmente o cavalo crioulo, "era tudo o que ele possuía neste mundo". Durante as guerras do século XIX, que ocorreram na região, atualmente conhecida como Cone Sul, as cavalarias de todos os países eram compostas quase que inteiramente por bravos cavaleiros gaúchos.

Música

Gaúchos dançando uma dança típica do folclore gaúcho
Existem vários ritmos que fazem parte da folclore riograndense, mas a maioria deles são variações de danças de salão centro-européias populares no século XIX. Esses ritmos, derivados da valsa, doxote, da polca e da mazurca, foram adaptados para vaneiravaneirãochamamémilongarancheira, xote, polonaise e chimarrita, entre outras.
O único ritmo riograndense é o bugio, criado pelo gaiteiro Wenceslau da Silva Gomes, o Neneca Gomes, em 1928, na região de São Francisco de Assis. Inspirado no ronco dos bugios, macacos que habitam as matas do Sul da América, o ritmo foi banido por algum tempo por ser consideradoobsceno, mas em tempos atuais é mantido em todo o (Rio Grande do Sul e em São Francisco de Paula, onde hoje se realiza um festival "nativista" conhecido como "O Ronco do Bugio".
A partir de 1970, com a criação da Califórnia da Canção Nativa em Uruguaiana, começaram a surgir os festivais, que serviram de incentivo para músicos e compositores lançarem novos estilos, popularmente chamados de "música nativista". Essa música é formada por ritmos pré-existentes, especialmente a milonga e o chamamé, porém com canções mais elaboradas e com letras quase sempre dedicadas ao Rio Grande do Sul.
Também é comum neste estado, entre os descendentes de alemães, a Música folclórica alemã, em festivais como a Oktoberfest de Santa Cruz do Sul e a Oktoberfest de Igrejinha,porem com uma contribuição gaúcha.

Vestimenta ou Indumentária

Trajes típicos de prenda e peão, em desfile na Semana FarroupilhaPorto Alegre.
Os gaúchos usam as roupas originárias da Europa e Oriente Médio nos dias de hoje, como para peões bombacha e saia para prendas, sendo que hoje menos de 50 % da população gaúcha usa a vestimenta. A bombacha é muito utilizada nas regiões da campanha, pampa e dos campos de cima da serra.

Palavras e expressões regionalistas : o falar gaúcho

O modo de falar do Rio Grande do Sul, a exemplo do de outras partes do Brasil, possui expressões próprias diferenciadas da linguagem padrão brasileira. Muitas dessas expressões são compartilhadas pelas populações dos países vizinhos da bacia do rio da Prata, a Argentina e o Uruguai. É grande a influência do castelhano no sotaque e no léxico gaúchos.

Fonte:  Wikipédiaa enciclopédia livre que todos podem editar.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

ENART 2011: PRAZO DE INSCRIÇÃO ENCERRA DIA 20/06

As inscrições para as Entidades Tradicionalistas da 6ª. RT (Rio Grande, São José do Norte, Santa Vitória do Palmar e Chuí) que pretendem participar do ENART 2011, encerram no próximo dia 20 de junho. As fichas devem ser encaminhadas ao correio através de carta registrada para o endereço: av. Primeiro de Maio 827, bairro Hidráulica, cep. 96202-001/Rio Grande. As mesmas devem ser entregues em três vias, grampeadas e numeradas, contendo todas as modalidades inscritas (coletivas e individuais). Podendo ainda ser entregues em mãos até as 23h30 do dia 20/06.

Informo que não serão aceitas inscrições após o prazo estabelecido pela coordenadoria regional, tendo em vista que este ano, nossa região irá realizar a etapa Regional, em algumas das modalidades que apresentarem número superior ao limite de inscritos estabelecido pelo Regulamento Oficial do ENART. A etapa já tem data marcada e será no dia 02 de julho, no CTG Raphael Pinto Bandeira, Vila da Quinta/Rio Grande, com início programado para 9h. “A realização desta etapa em nossa região se deve ao crescimento significativo do número de artistas locais, resultado do incentivo que vem sendo dado por parte do Movimento aos novos talentos”.

Os artistas amadores interessados em participar de algumas das modalidades individuais ou até mesmo que queiram integrar-se a algum dos grupos que participarão da modalidade Danças Tradicionais, devem procurar suas Entidades Tradicionalistas e providenciar a documentação necessária. “Contamos com a compreensão e apoio de todos quanto ao cumprimento do prazo de inscrição. Pedimos que organizem suas equipes e agilizem as inscrições dos seus representantes para que ocorra tudo certo na Regional evitando que ninguém fique de fora dessa grande festa. Lembrando que esta eliminatória classifica para a próxima etapa do Enart, a inter-regional, que acontecerá nos dias 08 e 09 de outubro, no Centro de Eventos de Pelotas”.

Mais informações sobre o ENART podem ser obtidas através do site: http://www.mtg.org.br/documentos.html, e dúvidas com relação às inscrições e o desenvolvimento da Etapa Regional, através do fone (53) 9161-1394 após 18h e/ou pelo endereço eletrônico do Departamento Artístico da 6a RT, citado acima.

Sheron Macedo
Dirt. Artistica da 6a. RT

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